
minhas queridas e meus queridos amigos da infância e da juventude.
tendo desconsiderado de há alguns anos a esta parte a figura do pai natal - porque com esta história das rugas e da côr do cabelo cada vez mais eu me parecia com ele - só podia agora invocar o menino jesus, que estou seguro foi o denominador comum da nossa primeira memória sobre esta quadra tão carregada de simbolismo e sentimento, para, já não baixando pela chaminé, que agora anda tudo já com recuperadores de calor, vos depositar, mesmo assim, de forma mágica, os seus belos embrulhos carregados com aquilo que os 60 anos (mais coisa, menos coisa) nos fizeram desejar e que por mais que procuremos não encontramos no continente, pingo-doce, corte inglês, eu sei lá.
Um abraço para os meninos e um beijo para as meninas, mesmo para os que se ausentaram sem licença dos demais. Eliseu