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O DISTRITO DA GUARDA

O Distrito da Guarda encontra-se localizado, maioritariamente, na Região da Beira Interior, e com os concelhos de Meda e Vila Nova de Foz Côa, na Região de Trás-os-Montes e Alto Douro. O seu território é muito montanhoso, formado por elevações a diversas altitudes, atingindo a sua altura máxima na Serra da Estrela (1991 metros) que pelas suas características é hoje o principal chamariz turístico da região. No Inverno, as suas serras cobrem-se de neve e no Verão transformam-se em verdes matas. Por entre estas montanhas correm os rios Zêzere, Douro e o Mondego. Além das diversas igrejas existentes por todo o distrito, nele se destacam o conjunto artístico de Malhada Sorda, em Almeida, onde as pinturas coabitam com o granito; as muralhas medievais de Castelo Mendo (século XIII) e a Praça e Vila de Almeida (ambos no concelho de Almeida), contempladas com o projecto piloto - "Aldeias Históricas de Portugal". Ressaltam ainda no distrito de Guarda, outros elementos classificados como Imóveis de Interesse Público: a Anta ou Orca de Cortiçô, em Fornos de Algodres e o troço de Calçada Romana dos Galhardos, em Gouveia. Situada numa das encostas da Serra da Estrela, Guarda é a cidade mais alta de Portugal com 1.056 metros de altitude. Guarda, um hino ao granito, é chamada a cidade dos cinco F's - Forte, Farta, Fria, Fiel e Formosa. Possui um vasto património cultural e arquitectónico. A cidade tem vários monumentos arquitectónicos, na sua maioria situados no centro histórico: a Sé Catedral da Guarda, a Torre de Menagem (castelo), Judiaria da Guarda, etc... Um passeio à Lagoa Comprida e ao planalto da Torre para deslizar na neve, uma visita à aldeia do Sabugueiro – a mais alta de Portugal – e a Seia, cidade de origem antiga, onde a pastorícia e o fabrico do queijo continuam a ser actividade principal, têm que constar obrigatoriamente no roteiro de quem visita a Serra da Estrela. Rica e variada, a gastronomia tradicional desta região é um dos seus principais atractivos. O famoso queijo de ovelha da Serra da Estrela é o produto mais importante da região. As variedades de Pão, pão de mistura, de centeio, brôa de milho, acompanham a refeição ou o Queijo da Serra. Destaque-se ainda o Caldo de Grão, Bacalhau ou Polvo à Lagareiro, o Cabrito Assado e o Arroz Doce. Acompanham os vinhos da região, Dão e Lafões.

GUARDA - 800 ANOS

Frente e verso da medalha - uma oferta da CMG ao Luis Cunha
Na Região onde se situa hoje a cidade da Guarda eram as terras da Lusitânia no período anterior à ocupação romana. Aqui as populações viveram em condições de extrema rudeza, dedicando-se à pastorícia, às guerras e aos saques. Em terreno acidentado com povoações diminutas, as casas (os castros) eram construídas nos altos dos montes como forma de defesa e segurança. O povo da Lusitânia, a mais poderosa das nações ibéricas, refugiada nos Montes Hermínios, daí lançava os seus ataques contra os seus inimigos.

GUARDA 2 de Dezembro de 2010

Caros Amigos, aqui vai, para os que não saíram à rua, a amostra do que foi a Guarda na noite de 10 de Janeiro de 2010.

GUARDA ANTIGA

Placard do Grande Hotel em (1905). Extraído de fotografia enviada pelo João Estevão (Janeca).

1. - A Sé e o Mictório



«O Sanitário visível no postal foi uma obra da República. Entre muitos objectivos do novo regime politico , as obras de saneamento, higiene e limpeza pública, e "alindamento" das cidades foram uma prioridade. A Guarda nesta época não possuía sistemas de aguas e saneamento, o lixo e os dejectos eram lançados para a rua. A Câmara Municipal pagava a quem controlasse a praga de ratos, multava quem não cumprisse as leis de higiene (não esquecer que ao tempo a cidade estava cheia de tuberculosos que aqui faziam a chamada "cura livre"). A colocação destes sanitários públicos, houve outro em frente da Misericórdia, foi uma iniciativa do Presidente de Câmara JOSÉ de LEMOS, grande Republicano»
Bem haja Dra. Dulce Helena pelo esclarecimento. Recordemos que colocámos na altura a pergunta seguinte: «Qual a finalidade daquele "quiosque"? Recordemos também que apenas o Hernâni respondeu acertadamente. luis e luisa

SÉ CATEDRAL - BELA E IMPONENTE

slide-show de Luis Mário Cunha

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 Boa tarde, não conhecia o vosso blog sobre a Guarda, estou já há horas lendo e encantada com tudo que vi., as antiguidades, os estudantes., sobre a Sé.., quero parabenizar a todos que fazem esse trabalho fantástico!
Sou de São Paulo., Brasil., mas minha familia é da Sé da Guarda, e eu sou apaixonada por essa região...
Muito Obrigada pela oportunidade de conhecer um pouco mais sobre os meus ancestrais... 
Grata., Vall Cardoso.






FOROS e FORAIS da GUARDA - parte I

« … Sem historiarmos o passado da Guarda – o que outros já fizeram – há que a contextualizarmos nos parâmetros geo-estratégicos de finais de Undecentos, quando justamente lhe é concedida a primeira carta de foral.
A Guarda situada na vertente oriental da serra da Estrela, em terra de planalto pouco superior a mil metros de altitude, tem os seus primórdios muito relacionados com a expansão da vasta área em que se insere, e que veio a tomar o nome de Beira. Mas os ritmos de ocupação desse espaço foram muito diversos. Fixado o condado portucalense pelo Mondego, assistimos, desde os finais do século XI, ao povoamento do planalto beirão, entre o Caramulo e a Estrela, e ao longo dos vales do Paiva, Vouga e Dão.
Aí dominará Viseu, cidade romana, que teve foral logo em 1123, embora a sua Sé apenas se restaurasse em 1147. Mais para norte, no planalto da Nave, os castelos de Trancoso, Moreira, Longroiva, Numão e Penedono, datam do século X, ainda que tenham sido posteriormente abandonados, estando esta região a revitalizar.se em torno das décadas de 30 e 50-60 do século XII, com a outorga de forais a Numão (1130), Marialva, Moreira e Trancoso (todos de data incerta entre 1157-1169). De mais tardia ocupação é a vertente oriental da serra da Estrela e as margens do Côa e será com este espaço que a colonização da Guarda manterá um diálogo mais próximo. Era esta área atravessada pelas vias Colimbriana e Dalmatia, que facilitavam o trânsito dos cristãos e muçulmanos, em permanente enfrentamento, necessitando por isso de ser demarcada politicamente pelo domínio dos cristãos. Fernando II decide, então, em 1161, proceder à repoblacion de Ledesma e Ciudad Rodrigo. Reage Salamanca, amputada na sua jurisdição concelhia a ocidente, e do facto se aproveita mesmo Afonso Henriques.
Certo é que a partir da criação do concelho urbano de Ciudad Rodrigo, reforçado mesmo com uma nova diocese, pela transferência, pela transferência para o seu interior do suévico bispado de Caliábria, a reconstrução demográfica e colonizadora do território envolvente vai tendo lugar, Várias aldeias da margem oriental do Côa, como Sabugal, Alfaiates e Castelo Rodrigo são controladas pela sede urbana de Ciudad Rodrigo, recebendo depois, muitas dessas terras, os seus próprios foros ao tempo de Afonso IX.
O Côa parece demarcar-se como a fronteira política entre os reinos de Leão e Portugal, mas a ocupação da sua margem ocidental era muito menos significativa, apesar dos esforços dos cavaleiros de S. Julião de Pereiro e do mosteiro cistercense de Santa Maria de Aguiar. Sancho I procura resolver o problema. Promove então uma decidida acção de repovoamento e organização social do território, primeiro a partir da Guarda, a que entrega o foral em 1199, e depois eleva a bispado com a transferência da diocese egitaniense para este centro urbano, e poucos anos depois com a criação do concelho de Pinhel, em 1209, que directamente afronta o de Castelo Rodrigo. Esta acção é secundada pelos Templários, que concedem foral a Touro em 1220, e por D. Sancho II, que outorga foral a Sortelha (1228-1229) e Castelo Mendo (1229). E, desde então, estava criada uma sociedade enraizada na fronteira, hierarquizada, organizada e controlada por ambas as forças políticas, de um e do outro lado do Côa… »
in pág. 13 e 14: Forais e Foros da Guarda - edição da Câmara Municipal da Guarda – 1999

O CONCELHO de PINHEL

■FEIRA das TRADIÇÕES
enviado por José Capelo
No fim de semana de 28 de fevereiro, 1 e 2 de março, a cidade de Pinhel acolhe mais uma edição da Feira das Tradições e Atividades Económicas, este ano dedicada à História de Pinhel e das suas instituições.

PROGRAMA
sexta-feira, 28 de Fevereiro 
* 14.30h: Desfile de Carnaval com a comunidade escolar (Ruas da Cidade)
 * 17.00h: Inauguração Oficial da 19ª Feira das Tradições (Centro Logístico de Pinhel) com arruada pelo Grupo de Bombos São Bernardo 
* 21.00h: Banda The Unknowns (Pavilhão SUPER BOCK)
* 21.30h: Academia de Música de Pinhel (Pavilhão Saberes e Sabores Locais)
* 22.30h: Banda RX (Pavilhão SUPER BOCK) 
* 23.30h: Concerto com JOHNNY (Pavilhão SUPER BOCK) * 00.30h: Banda RX (Pavilhão SUPER BOCK)
* 02.00h: Banda Projeto A4 (Pavilhão SUPER BOCK) 
* 03.00h: D’Joana – Old Shool DJ (Pavilhão SUPER BOCK) sábado, 

1 de Março 

* 10.00h: Abertura da Feira e dos Espaços de Exposição
* 14.00h: Colóquio subordinado ao tema “História de Pinhel e/ou as suas Instituições”, seguido de entrega dos prémios do 11º Concurso de Fotografia Objetiva Pinhel (Sala de Colóquios)
* 17.00h: Banda Filarmónica de Pínzio (Pavilhão Saberes e Sabores Locais)
* 18.00h: Banda Filarmónica de Pinhel (Pavilhão Saberes e Sabores Locais) 
* 21.00h: 2 Ways Acoustic (Pavilhão SUPER BOCK)
* 21.30h: Ai! – César Prata e Suzete Marques (Pavilhão Saberes e Sabores Locais)
* 23.30h: Concerto com BOSS AC (Pavilhão SUPER BOCK)
* 00.30h: AS Band (Pavilhão SUPER BOCK)
* 03.00h: 2BGroove Dj’s (Pavilhão SUPER BOCK) domingo,

2 de Março 
* 10.00h: Abertura da Feira e dos Espaços de Exposição Pinhel em Festa – A Festa da Cultura Popular (Acessos Feira e Pavilhão Saberes e Sabores Locais)
* 14.00h: Grupo de Bombos São Bernardo
*14.30h: Grupo de Concertinas do CDEP 
*15.15h: Grupo de Concertinas do Safurdão 
*16.00h: Grupo de Concertinas de Freixedas 
*16.45h: Grupo de Concertinas da Casa do Povo de Pinhel 
*18.00h: Rancho Folclórico Flor do Campo de Souropires 
* 20.30h: Banda 2 Roll (Pavilhão SUPER BOCK) 
* 21.00h: Trovas da Beira - grupo de música tradicional (Pavilhão Saberes e Sabores Locais) 
* 22.30h: Baile de Carnaval com o Grupo HI-FI energy music + Concurso de Máscaras (Pavilhão SUPER BOCK)

■ÁLVARO EIRAS de CARVALHO
Fomos uma das mais de 500 pessoas que ontem dia 31 de Março assistiram no Auditório da Torre do Tombo ao lançamento do Livro - «Nas Margens da Medicina» da autoria do nosso antigo colega, ex-Finalista do nosso Liceu, beirão natural de Figueira de Castelo Rodrigo, Dr. Álvaro Eiras de Carvalho. Parabéns e que continue. Luis Mário Cunha


concepção e montagem de Carlos Pissarra


Para além de Pinhel outras localidades igualmente lindas poderiam constar no nosso/Vosso blog, quer através de fotos, da história ou de histórias, das sua gentes, e dos seus hábitos da beleza da sua gastronomia, etc., etc., etc.Até hoje só o nosso amigo Carlos Baptista, nos brindou, mais uma vez, com esta foto soberba da sua cidade de Pinhel. Bem Hajas Carlos.





CARTOONS

na aula do Prof. José Vilhena Prof. Pacheco - Ah Bom, Ah bom! Meia Folha de Papel Selado ... Liceu da Covilhã
Com a Prof. Ofélia - Oh menino descreva a armadura bocal da moscaNa aula do Prof. Carlos Costa, a aluna ao sentir-se observada, sentou-se em cima do livro por onde estava a copiar....

Na Aula da Prof. Ofélia

És Burro ou Quê?

A verdade vem sempre ao de cima

Oh meu! Não foi um grilo. Foram 3 grilos, presos por uma linha, fui eu o artista! Lecas

CONDUTORES DE ELECTRICIDADE

Ai Mai Da Tixa.

Conjugar o Verbo To Believe?

o Tó Pinto e a Janela

Zé Vilhena e a Disputa

Zé Vilhena e o Grilo

MÚSICAS DO NOSSO TEMPO

Homenagem à Religiosidade do Povo Brasileiro
Eis a sugestão do António Moita para uma saída em beleza de 2009 e uma entrada triunfal em 2010 na companhia de Andre Rieu que rege trechos de Rigoletto, Traviata, Carmen, Aida e outros mais ... Obrigado António Moita.

Tombe la Neige - Salvatore Adamo

I´ll Missing You - The Sheiks

VIDEO - tous les garçons et les filles

NON HO L' ETA - Gigliola Cinquetti

Barco Negro por Amália Rodrigues

Let It Be - The Beatles

If you're going to San Francisco

Those Were The Days - Mary Hopkin

Zorba o Grego - National Opera & Ballet

Zorba the Greek 2 Sofia 12 June Sugerido pelo Jorge Nuno.

Dio Come Ti Amo - Domenico Modugno - 1966

O grande sucesso da EuroVisão de 1966. Lembram-se?

Winchester Cathedral by John Smith

Black is Black - Los Bravos

Se outras razões não houvesse, bastavam os rasgados elogíos que o Jorge Nuno tributou a um e-mail que lhe enviei: impecável, conciso, preciso, sem um único erro e outros adjectivos que me envergonho de aqui citar.

NR. O meu texto que lhe enviei estava em branco, confesso e assumo!

Comentário posterior do Jorge Nuno: « há dias em que só me saem dux» Um abraço do Luis e um beijinho da Luisa.






"Os mais diversos acontecimentos levaram ao abandono destas cidades, locais outrora florescentes, e, que hoje são cidades, locais fantasmas. A desertificação originada pela passagem do tempo, e o desinteresse ou destruição de espaços, que fixaram gente... como estas cidades tudo é transitório, volátil, passageiro..."  
Tudo aponta a avaliar pela reprodução da medalha aqui apresentada, que em 1 de Dezembro de 1995 ocorreu o 2º. Encontro Nacional de Estudantes na cidade da Guarda.
2º.??? Será? Esclareça quem souber!


TORRES NOVAS - 1992

 Caros amigos,
Conforme prometido, aqui vão as fotos do 1º Encontro em Torres Novas, no dia 12 de Dezembro de 1992 .
Este vinte anos passaram num ápice e alguns amigos já não estão entre nós, como é o caso do João Isidro e do Norberto Currais
Este encontro foi organizado pelo João Marques ( "Marquês do Toito" ), pelo Norberto ( "O Xerife" ) e por mim próprio ( a minha alcunha é segredo... ).
Não sei se nesse dia fui o único reporter em serviço. Se alguém tiver mais fotos que as envie !
Foi um encontro muito concorrido e abrangente, até com algumas personagens alheias ao grupo, o que não incomodou ninguém.
É pena que alguns colegas nunca mais tenham aparecido, sabe-se lá porquê.
Abraço,
João Abel Amaro
Obrigado.
Como envelheci!
Um grande abraço
João Marques



A mente voa a uma velocidade vertiginosa e vi-me na contagem decrescente de mais um ano, que finda, e outro que se inicia.

Carissimos:
Acabei de ver um pps, que junto a estas palavras, e me levou o pensamento para a vida em si, e como a vivemos, cuidamos e aproveitamos.
A mente voa a uma velocidade vertiginosa e vi-me na contagem decrescente de mais um ano, que finda, e outro que se inicia.
Doze meses vivenciados com diversos sentires e estares.
Houve momentos intermináveis, outros tão céleres, que voaram à velocidade da luz mas todos deixaram a sua marca.
São essas marcas de várias nuances, que levam ao balanço de mais um ano, que está a dar, brevemente, lugar a um outro.
Houve de tudo; perdas, alegrias, tristezas, ansiedade, paz, momentos de incerteza outros de contentamento, amizades mais fortalecidas e consolidadas, outras não tanto, resolução de problemas complexos, outros á espera, luz ao fundo do tunel e por aí...
mas importa o sentir geral neste momento da vida.
É pela primeira vez, de modo consciente,há  um balanço totalmente positivo de tudo, o que vivi, enfrentei, ultrapassei, reconsiderei... em cada dia destes doze meses, que estão a terminar.
Creio, que aprendi a olhar de modo mais compreensivo, tolerante, sem centrar tanto em mim, os acontecimentos, sem achar, que a corrente me era adversa. Parece, que comecei a aprender, que as dificuldades são provas, que essas provas se diluem ou agravam na maneira como as olhamos, ou seja, se as vemos como "falta de sorte" ou se as entendemos como algo, que nos pode tornar melhores pessoas.
Se as ultrapassarmos sem ódios, raivas, ressentimentos, excessos de orgulho,mas aceitando as diferenças dos outros, perdoando as atitudes, que nos magoam, pois também magoamos, retiramos, o que há a prender, a mudar, melhorar e seguimos em frente com vontade de reformular, o que é necessário e aprimorar, o que foi bom.
Assim crescemos interiormente, pois aprendemos, que perdoar, aceitar não é falta de carácter, amor próprio, mas a capacidade de entender, que há seres, que precisam de abrir os seus corações, mentes aos outros, à vida. Esta é  feita de amizade, harmonia, solidariedade, compreensão, tolerância, porque todos erramos.
Aceitar, perdoar não é conviver com este ou aquele, se não quisermos mas ter pensamentos positivos em relação a todos com quem nos cruzamos.
A vida é uma constante aprendizagem e aTerra uma enorme e permanente escola.
A nossa passagem por aqui será melhor ou pior, de acordo como encararmos, o que nos toca viver.
Além da proximidade de um novo ano, estamos na época especial do Natal.
Este será um pouco diferente para a maioria das pessoas, pois o consumismo vertiginoso de outros, dará lugar a maior contenção mas fará emergir o verdadeiro espírito desta quadra e do seu simbolismo.
Independentemente de religiões ou credos, simboliza os afetos sinceros, verdadeiros, a harmonia, a paz, a fraternidade, o amor incondicional, a solidariedade, a tolerancia, a amizade, a partilha, a dádiva, a generosidade, a hulmidade  e tantos outros sentires da alma e coração, que deveriam  nortear as relações entre a humanidade.
Está ligado à família, porque a família simboliza o local onde nascemos, criamos os primeiros laços e afetos, que importa preservar, aumentar, cuidar e aprimorar ao longo da nossa existência. O Natal é tudo isto e muito mais. É tudo que nos eleva como pessoas e seres com verdadeiro sentido de nos darmos aos outros.
Se renovarmos e cimentarmos tudo isto em cada Natal, viveremos com maior positivismo e abertura cada ano, que nos espera, quando houvirmos as primeiras badaladas de um novo mês de janeiro.
Estaremos, realmente fortalecidos para enfrentar os desafios, as adversidades,as vitórias como aprendizagens, e, assim serão transformadas em experiência e com ela virá a capacidade de não nos centrarmos apenas em nós.
Olhando este PPS com serenidade, veremos a beleza inequívoca da natureza, da ordem em que tudo evolui, se transforma, que nos transporta para a paz, a serenidade, a quietude, a vontade de nos transcendermos e, que nos mostra um lado tão belo deste planeta, que o ser humano em vez de conservar, destrói.
Já que este Natal nos transporta para menor materialidade, porque não nos inspirarmos na beleza intensa de cada pedacinho da natureza, que vai plasmada nesse documento e através dele fazermos projetos de vida para 2012 de maior altruismo, solidariedade, fraternidade e assim construirmos um caminho,diferente? E  daqui a doze meses possamos fazer um balanço positivo, apesar das mudanças, alterações, restrições, que se perfilam num horizonte tão próximo?
Deixo-vos  uma mensagem de Esperança a nascer na nossa mente e corações para que este Natal e o ano de 2012 sejam um marco importante, positivo nas nossa vidas.

" Todos os dias, todas as manhãs há um momento, em que um sim ou um não pode mudar o rumo das nossas vidas. Procuremos os nãos e os sins certos para cada momento"

Um Feliz Natal e Bom Ano de 2012.
Grande abraço amigo e fraterno.
Luisa Coelho